Ela é um grande exemplo da junção de tribos da Rocinha que passam pelos jogadores de futvôlei, as crianças se esbaldando na piscina natural à beira mar, as mulheres "saradas" e os solteirões de plantão, até os religiosos que se deixam levar pelo prazer de um banho de mar e os amantes da cervejinha, churrasco e jogo de cartas - sempre os últimos a deixarem a praia.
São famílias e famílias reunidas e as atividades praticadas neste espaço tão querido, se estendem à noite. Pescaria, corridas na areia, andadas no calçadão, malhação pela extensão da orla.... tudo que garante bem-estar e alegria ao povo rociense. Sem a praia ninguém seria tão alegre....
Fotos: Robson Melo